AS CRUZADAS ENRIQUECEDORAS. (V)

GUERRA NA EUROPA - A CAMPANHA ALPINA.
Agora, UATI era uma nação forte e altamente militarizada, dispondo de forças armadas equipadas e treinadas além de serviços de inteligência com agentes infiltrados nas maiores nações do globo. E por que não dizer? Nas menores também. Em sua fome e busca incessante por riquezas, EGYDIUM I não se contentava em governar os, agora vastos, territórios de nosso país. Ele queria mais. Queria a Europa.
Disposto a desestabilizar os habitantes de SÊNARF OCNAB, um pequeno principado francês, e da quase desconhecida cidade-estado SUDNIREMAB que era protetorado de Luxemburgo, Egydium I enviou ordens às agências de inteligência que provocassem uma turbulência político-econômica tão forte nesses países que os levasse a um colapso institucional. Em troca de um “auxílio”, ele enviaria tropas para ocupar e quando os habitantes dessem por si, já teriam sido invadidos e conquistados.
Para isso dois agentes, altamente treinados foram destacados para assassinar o arquiduque GUSTAVUS INCH, embaixador de SÊNARF OCNAB em SUDNIREMAB. Missão executada com sucesso total. A morte do arquiduque mergulhou os dois países numa guerra fria que durou pouco tempo. Logo, as hostilidades cresceram a tal ponto que os combates foram inevitáveis.
Em 28 de Junho daquele mesmo ano (1995 D.A.O.)*. Egydium I ofereceu “ajuda” para arbitrar o conflito e esperou três semanas antes de “decidir” enviar os mediadores. Na realidade, essa espera foi devida ao fato de que grande parte do efetivo militar estava na ajuda à colheita, o que impossibilitava a ação militar naquele período. Em 23 de Julho, graças ao “apoio incondicional” de UATI, e as tropas enviadas, os exércitos de ambos os países foram desarmados e retiraram-se para suas fronteiras de origem.
Os “mediadores” foram acompanhados por milhares de soldados fortemente armados e equipados para uma longa permanência. Além disso, os órgãos da administração pública foram inundados de agentes do serviço secreto de UATI, que tinham a missão de atravancar a burocracia dos países tornando a administração inviável e desacreditada.
Com as instituições em colapso total, foi fácil para Egydium I convencer os governantes e as nações vizinhas de que uma intervenção militar massiva era a única solução para restaurar a estabilidade local. Agora, havia mais soldados uatianos nos dois países do que propriamente habitantes. Na manhã de 3 de Agosto, praticamente sem dar um único tiro; as tropas uatianas invadiram e ocuparam as sedes de governo nos dois países. Quando ambos os governantes perceberam o que ocorria, já era tarde demais. Nas ruas, ouviam-se tiros e gritos por toda parte. Visando impedir levantes e a formação de uma resistência, Egydium I, ordenou o massacre de quase um terço da população dos dois países.
O mundo preparava-se para mergulhar numa guerra global e sangrenta. As ações de Egydium I foram ignoradas pelas grandes nações que ainda poderiam intervir. Afinal, eles tinham seus próprios problemas.
Envergonhados, os veteranos de tantos combates honrosos sob o comando de Olavus Maximus, choravam sob os cadáveres de suas vítimas indefesas. Egydium I mostrava ao mundo e a seu país que o estilo de seu governo seria completamente diferente do reinado de Olavus. UATI agora, tinha fome e sede de poder. Todos nós sabíamos que, nosso amado país perdera a inocência.
(*) Depois da Ascensão de Olavus.
Baseado no assassinato do Arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono Austro-Húngaro, em 28 de Junho de 1914. Que levou ao início da Primeira Guerra Mundial.
Antes de terminar de ler já tinha notado a semelhança com o caso do Francisco Ferdinando, principalmente pela charge.
T+
vi seu blog na comu do orkut…
Parabéns! seu blog tah muito interessante!
vou voltar aqui pra ver as próximas postagens…
bjos :*
uati é um forte pais mais deve se preucupar com o turkumenekistão do leste eles podem te invadir ao oeste!!!!
-
É foda né, cara.
Mas acho que o cara não pode se abalar e muito menos sentir pena desses infelizes que por falta de oportunidade vem e tiram nossas coisas.
Como eu disse ali, eu também SOU POBRE, é mó mão pra mim ter internet e ter conseguido comprar meu computador, e nem por isso roubei alguém.
Mas o que vai, VOLTA.
“o outro lado do parafuso”
Abração aí
E adorei poder comentar num post inspirado no estopim da Primeira Guerra Mundial (a história das 2 Grandes Guerras, apesar de serem uma tragédia, são histórias que realmente chamam minha atenção).
Sucesso pro seu blog!
Parabéns!
Espero ansiosamente pelo proximo post!
rs
caramba… tu tem futuro, ein?
embora eu [juliana farias] não goste muito dessas histórias assim, eu achei maneiro pacas!
bjos
http://mentesdiversas.blogspot.com/2007/12/reduz-ou-no.html
Muito bom!
Mas confesso que com o nome UATI, pensei primeiramente em UAI e esperei um blog mineiro e depois em UAITI e pensei numa república de bananas…
Mas gostei da tua proposta.
Abraços
Agora já estou a perceber melhor o que é que realmente aconteceu.
Um grande abraço aí para o Brasil…!
Da Tifon